NOITE DE SWING LOUCA E INESQUECÍVEL
Somos um casal de Belo Hte./MG, de bom nível, formados e bonitos. Eu (33 anos) sou moreno claro, tenho 1,92, tenho um pênis bem calibrado e sempre duro e disposto a fazer sexo. Minha namorada (28 anos) é branquinha, olhos esverdeados, cabelos levemente ondulados e claros, e tem um corpo esbelto super gostoso, uma bunda que excita qualquer homem e uma bucetinha linda, saborosa, cheirosa e muito tarada. Eu e minha namorada sempre quisemos fazer loucuras sexuais, mas nunca tínhamos conseguido realizar. A idéia de transar com outra pessoa sempre nos excitou, até que surgiu uma oportunidade. Decidimos ir a um clube de swing de Belo Horizonte. Foi numa sexta-feira a noite… eu coloquei uma cueca bem folgada e uma calça de seda, pra poder mostrar o volume do meu pau pra todo mundo. Ela colocou uma saiazinha curta e sem calcinha, com aquela bucetinha toda depilada morrendo de vontade de transar muito. Pegamos o carro e saímos pra nossa noite erótica. Chegamos e entramos na casa, cheia de casais e pessoas solteiras, com uma iluminação de penumbra e bem decorada. Fomos logo beber umas vodkas pra poder entrar no clima e observar o que os outros estavam fazendo. Depois de sentirmos que já estávamos meio chapados, resolvemos dar uma volta pra conhecer todos os cômodos da casa. Entramos num corredor escuro, cheio de buracos nas paredes… de repente vimos um pau saindo por um buraco, e depois outro e mais outro. Logo tinha uns dez paus a mostra nos buracos. A minha garota não se conteve e saiu passando a mão em todos, cada um de um tipo: grossos, brancos morenos, gigantes, com a cabeça a mostra, com a cabeça coberta de pele, etc. Ela não demorou muito e se abaixou pra chupar os paus… foi engatinhando e chupando todos eles, eu nunca tinha vista ela tão excitada, com todos aqueles paus na boca, ela delirava e babava de tesão. Ela levantou a saia e mostrou aquela xoxota toda peladinha, escorrendo sua babinha gostosa, e começou a passar cada pau na portinha dela, deixando todos eles molhados com seu néctar vaginal. Ela parecia querer todos aqueles paus dentro dela, e eu a apoiava pra que pudesse se curvar e esfregar os cacetões naquela buceta suculenta e fogosa. Eu já estava louco de tesão também, só de vê-la se deliciando. Meu pau já estava saindo pra fora da calça de tão duro. Ela abriu minha calça, pegou no meu pau e me puxou pra irmos pra outra sala. Ela foi andando com a saia levantada, mostrando aquela xoxota gostosa pra todo mundo. Alguns caras não se seguravam e vinham ao nosso encontro pra passar a mão naquele delicioso sanduíche de buceta. Eu estava louco de tesão e nem fiquei com ciúmes, pois sabia que era só curtição e que a gente ainda iria fazer muito mais. Entramos num quarto onde estavam um casal e mais três homens solteiros. Eles estavam sendo chupados pela mulher, que logo nos convidou pra participar. Pensamos um pouco, mas decidimos participar. Vieram os três caras de pau duro pra cima da Diana, que já estava com o meu pau em uma de suas mãos. Ela se abaixou e ficou com os quatro paus encostados no rosto. Bati meu pau na sua face, como ela sempre gostou, e os outros também começaram a bater. Cada pauzão enorme batendo nela deixou-a louca, e enfiou o maior na boca e chupou verozmente. Enfiava dois paus na boca de uma só vez, enquanto esfregava meu pau e o outro em cada lado da cara. Ela ficou de quatro e um pauzão bem grosso enfiou em sua xoxota molhada. O outro casal que estava só observando e se masturbando com aquela cena saiu do quarto e deixaram todos aqueles paus só pra Diana aproveitar. Ela se deitou na cama de pernas abertas e nós fizemos fila pra comer aquela xoxota gulosa. Cada hora um pau entrava nela e ia até o fundo, depois íamos pra sua boca pra ela chupar. Assim fomos revezando e enchendo ela de tesão. Ela gozou umas duas vezes durante esse rodízio de cacetes, mas ela queria mais. Eu deitei na cama e ela veio por cima de mim e enfiou meu pau na buceta. Depois ela pediu pro maior pau de um dos caras enfiar nela junto comigo. A Dianinha ficou arregaçadona, mas delirou com os dois paus nela, e ao mesmo tempo chupava os outros dois paus, bem na minha frente, lambendo as bolas deles e enfiando aqueles cacetes lá no fundo da garganta. Nós ficamos loucos de tesão com aquela suruba, e logo começamos a latejar de gozo, prontos pra encher aquela safadinha de porra. Parecia brincadeira, mas gozamos um atrás do outro, como se controlados por um relógio. E a Diana abriu a boca pra receber os leitinhos um a um… tanta porra encheu a boca dela, quase não cabia mais nenhuma gota. Ela engoliu em dois grandes goles, se lambeu toda e depois ficou chupando os buraquinhos de cada um dos quatro paus, passando a língua no tronco daqueles membros eretos e latejantes. Insaciável, nós saímos desse quarto e voltamos a andar pela casa. A Diana estava toda arregaçada de tanto dar gostoso, mas não se dava por satisfeita, queria mais, como se estivesse no ultimo dia de sua vida. Entramos num quarto de sadomasoquismo, cheio de correntes, algemas, vibradores e chicotes. Logo apareceu um negão que a pegou pelo braço e a algemou numa pilastra, e me pediu pra ficar só olhando. Peguei no meu pau e fiquei me masturbando com a cena que se iniciava. O negão tirou seu pau pra fora da calça de couro. Era uma mangueirona preta de uns trinta centimetros e grosso como um braço, com as veias salientes que pareciam pular pra fora daquele cacetão gigante. Fiquei horrorizado com o tamanho e rigidez dele e pensei se a Dianinha iria agüentar aquilo tudo. Ela ficou olhando aquele pauzão e logo implorou pra ele lhe bater com o membro… e foi o que o negão fez. Como se fosse um porrete preto ele bateu o pinto co força em todo o corpo da Diana. Ela estava algemada e nem podia fugir de tanta paulada. Ele deu seu pau pra Diana chupar e enfiou uns 20 cms dentro da garganta dela, ficando ainda uns 10cms pra fora. Era enorme mesmo… A Diana ficou lambendo de ponta a ponta, sentindo todas aquelas veias pulsando ao longo daquele membro gigante. Nessa hora eu via a Dianinha escorrendo toda aquela babinha oleosa, e eu me masturbava como louco vendo aquilo tudo. O negão foi por trás da Diana e enfiou a ponta do cacetão em sua xoxotinha já toda vermelha de tanto dar. Aos poucos ele foi enfiando o tronco em sua bucetinha e ela gritava de dor e tesão ao mesmo tempo. O pau era grande demais, mas ela queria sentir a buceta recheada daquele pinto. Eu me levantei, de pau duro na mão e fui até a boca da Diana, que me engoliu inteiro pra poder se calar, pois ela gemia e gritava sem parar. E eu ali sentindo a sua chupada gostosa e vendo o maior pau do mundo entrando e saindo vigorosamente na Dianinha. O cara era um animal, metia aquele pauzão com força, arregaçando a xoxota da minha namorada toda. Ela já não estava agüentando de tanto gozar naquela linguiçona dura quando ele tirou o pauzão pra fora e veio até a sua boca também. Eu tirei meu pau e ele enfiou o pauzão dele na boquinha tarada da Diana. Em menos de dez segundos ele gozou e eu vi toda aquela porra jorrando do pauzão e entrando na boca dela. A quantidade de porra era proporcional ao tamanho do cacete. Foram umas cinco bombadas de porra. A Diana até engasgou com aquele leite denso e quente. Ela engolia e ele não parava de jorrar, parecia um chafariz de porra. Eu não agüentei ver aquela imagem louca e também gozei, jorrando meu leitinho em todo seu rosto. A porra ficou escorrendo na face dela, que nem podia limpar por estar algemada. O negão enfiou aquela mangueirona de volta na calça e libertou a Diana das algemas. Ela estava até tonta de tanto gozar, e a Dianinha estava inchadona por ter agüentado aquele gigante arregaçando ela. Agora sim, a Diana parecia não querer mais nada naquela noite, só queria ir pra casa descansar de conchinha comigo e ficar pensando nas coisas gostosas que praticou. Nós realizamos nosso fetiche e ficamos querendo repetir, pois eu nunca tinha gozado tanto e nunca tinha visto a minha namorada tão satisfeita e com aquele sorriso de quem tinha passado por uma experiência inesquecível. Depois dessa bagunça toda, nós passamos a curtir muito mais as nossas trepadas, ficamos ainda mais loucos por sexo. A Diana queria transar comigo toda hora, todo dia. Aquela bucetinha estava sedenta pelo meu cacete. Daí em diante, ficamos libertados da timidez anterior e passamos a curtir de vez em quando com outros casais, outras mulheres e outros homens. Era muito bom antes, foi bom demais naquele dia e passou a ser ainda melhor depois… F I M
